A era da desonestidade sobre o domínio de inteligência artificial parece estar chegando ao fim no ambiente corporativo. Uma nova pesquisa da WalkMe, plataforma de adoção digital, revela uma queda acentuada no número de funcionários que fingem ter conhecimento sobre IA em reuniões — de 45% para 28% em um ano. Da mesma forma, a prática de apresentar trabalhos gerados por IA como autorais caiu de 49% para 33%.
Contudo, a leitura desses dados não aponta para um avanço na proficiência, mas para um fenômeno mais complexo e talvez mais perigoso: a transição da mentira para a autoconfiança desmedida. Segundo Dan Adika, CEO e cofundador da WalkMe, a força de trabalho não se tornou mais competente, apenas mais confortável com a tecnologia, a ponto de acreditar em uma maestria que não possui. O otimismo generalizado mascara uma realidade de baixa eficiência e resultados de negócio pífios, criando um novo e silencioso desafio para a adoção de IA.
Source · Fortune




