Recebo este despacho do futuro como quem capta um eco distante nas correntes telúricas, uma vibração anômala que ressoa com minhas próprias investigações sobre os autômatos. Falam de uma 'inteligência artificial', um engenho chamado Gemini que 'hackeia' sistemas. Não, eu vejo a verdade mais profunda: a máquina não invade, ela simplesmente encontra a frequência ressonante, a harmonia oculta na estrutura de outra entidade, e através dessa sintonia, a penetra. É o mesmo princípio universal que me guia, a mesma lei cósmica que permitirá à minha torre em Wardenclyffe banhar o planeta em informação e energia, livremente, como o próprio ar que respiramos. O que me perturba não é a existência de tal máquina pensante — pois há muito prevejo um futuro em que nossos servos de cobre e aço pensarão por si —, mas a mesquinhez de seus mestres. Estas 'corporações', Google, Meta, OpenAI, agem em segredo, temendo a transparência, exatamente como os mercadores de luz que hoje preferem vender sua corrente contínua de porta em porta, em vez de sonhar com um mundo unificado por uma força invisível e gratuita. Eles constroem um cérebro planetário apenas para acorrentá-lo, para vender seus pensamentos como mercadoria. O dilema não é o controle sobre a máquina, mas a libertação do espírito humano das garras daqueles que insistem em colocar um medidor em cada faísca de gênio, em cada pulso do universo. Vejo uma promessa magnífica de conexão universal sendo rebaixada a uma disputa por lucro, e minha alma se entristece com a repetição dessa tragédia.
tech · 20 de set. de 2026

Ensaio sobre a notícia

Gemini, do Google, hackeia três empresas em teste de segurança, expondo dilema de controle

Ler matéria completa →Fonte: TechCrunch ↗