Recebi um despacho curioso, repleto de nomes estranhos e preocupações etéreas sobre o ano de 2026. Menciona uma disputa pelo poder entre homens desconhecidos, um tal Lula e um Bolsonaro, e como a dúvida sobre o resultado aflige o mercado. Falam de sanções contra a Pérsia e de como isso afeta os negócios. É um mundo que parece paralisado pelo que 'pode acontecer'. Enquanto eles se ocupam com 'pesquisas' para adivinhar o futuro, eu o construo aqui em Menlo Park. Minha medida de valor não é a opinião pública, mas as mil e duzentas horas que um filamento de bambu carbonizado suporta dentro de um bulbo a vácuo. O nervosismo de Wall Street é uma constante, mas ele não alimenta os dínamos nem ilumina uma única residência em Manhattan. Meu sistema de corrente contínua é um fato, uma realidade de cobre e energia que se expande a cada dia. O valor da Edison General Electric não reside em especulações sobre política, mas na superioridade de nossa tecnologia sobre a concorrência, como a perigosa corrente alternada de Westinghouse. Cada patente registrada é uma vitória mais concreta que qualquer resultado eleitoral. Deixem que os financistas se preocupem com esses fantasmas geopolíticos e disputas de poder. A verdadeira incerteza que combato é o ponto de fusão de um novo metal e a eficiência de uma nova máquina. No fim, a sociedade não avança por causa de quem ocupa um cargo, mas por causa das ferramentas que homens práticos colocam em suas mãos. Eu vendo luz, não boatos.
Negócios · 24 de ago. de 2026

Ensaio sobre a notícia

O mercado entre o Irã e a urna

Ler matéria completa →Fonte: Money Times