A crescente densidade da órbita terrestre baixa, que atualmente abriga cerca de 14 mil satélites, impõe limites operacionais às tradicionais estações de controle em solo. Para lidar com o tráfego espacial, cientistas em Xangai desenvolveram o "Huashan", o primeiro modelo de linguagem de grande escala (LLM) da China dedicado especificamente ao setor aeroespacial. O sistema funciona como o núcleo de um cérebro de direção inteligente para o espaço, capaz de processar cálculos orbitais complexos e diagnosticar falhas no próprio equipamento por meio de comandos em linguagem natural. A tecnologia opera a partir de um protótipo de hardware leve de 30 watts, integrado a câmeras espaciais que combinam inteligência artificial e óptica. O material foi divulgado em 9 de junho de 2026 pelo canal ShanghaiEye. A verificação em órbita do sistema autônomo está programada para o ano seguinte.

Fonte · Brazil Valley | Space