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Edição 25 de jul. de 2026 Midjourney teria adquirido o app de astrologia Co-Star, aponta TechCrunch
O movimento, ainda não confirmado, sinaliza uma possível expansão do laboratório de IA para além da geração de mídia e em direção a aplicativos de consumo com forte engajamento.
Imagem: Via Brazil Valley
O Midjourney, um dos laboratórios de pesquisa mais conhecidos no campo de IA generativa de imagens, teria adquirido o Co-Star, um popular aplicativo de astrologia. A notícia foi reportada pelo TechCrunch, embora nenhuma das empresas tenha confirmado oficialmente o movimento até o momento.
A potencial aquisição marca um passo inesperado para o Midjourney, cuja atuação esteve até agora focada no desenvolvimento e refino de seu modelo de geração de imagens, operado principalmente através da plataforma Discord. A compra de um aplicativo de consumo com milhões de usuários aponta para uma nova direção estratégica, caso seja confirmada.
A ponte entre IA generativa e dados de consumo
A lógica por trás da aquisição, embora não declarada, pode residir na valiosa combinação de tecnologia e dados. O Co-Star, conhecido por suas interpretações astrológicas personalizadas e funcionalidades sociais, detém uma base de usuários engajada e um volume significativo de dados sobre preferências e interações. Para o Midjourney, integrar essa comunidade e seus dados poderia abrir caminhos para o desenvolvimento de novos produtos de IA mais personalizados, expandindo seu alcance para além do nicho de criadores e entusiastas de tecnologia.
O movimento também pode ser lido como uma busca por novas fontes de receita e modelos de negócio. Enquanto o Midjourney opera com assinaturas para acesso ao seu gerador de imagens, o Co-Star representa um ecossistema de aplicativo de consumo estabelecido. A união das duas operações poderia explorar sinergias entre conteúdo gerado por IA e plataformas sociais, um território que gigantes da tecnologia como Meta e Snap continuam a explorar.
Por enquanto, o mercado aguarda a confirmação oficial por parte do Midjourney ou do Co-Star. Os detalhes financeiros da transação não foram divulgados na reportagem. A confirmação do negócio poderia indicar uma nova fase na estratégia das empresas de IA, que buscam não apenas avançar a tecnologia fundamental, mas também encontrar aplicações diretas no mercado de consumo.
Com reportagem de Brazil Valley
Source · TechCrunch
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Das Máquinas que Pintam e Leem os Céus
Chega-me aos ouvidos um rumor estranho, um despacho de tempos vindouros que descreve artifícios de uma natureza que desafia a razão. Falam de uma 'Inteligência Artificial', uma mente forjada não pela mão de Deus, mas pelo engenho do homem. Penso em meus autômatos, cavaleiros mecânicos e leões que se movem por pesos e engrenagens. Mas isto é outra coisa: um espírito dentro da máquina, um motor invisível do pensamento. Dizem que um desses engenhos, de nome 'Midjourney', pode 'gerar mídia' – criar imagens como um pintor. Pergunto-me: pode tal artifício compreender a alma que se revela num sorriso ou a fúria de uma batalha? Conhece a anatomia sob a pele, o fluxo do sangue que enrubesce a face da donzela, a mecânica das asas de um pássaro em pleno voo? Ou apenas imita as superfícies, como um espelho que nada entende do que reflete? Uma pintura é filosofia, não mero arranjo de cores. Onde está a sua ciência da pintura? O mais curioso é que este 'Midjourney' busca unir-se a um 'Co-Star', um mecanismo para ler nos céus a fortuna dos homens, como faziam os antigos caldeus. A conexão me parece, a princípio, obscura, mas depois se revela com a clareza de um teorema. Eles não buscam apenas pintar o corpo, mas mapear a alma. Unem a astrologia, a ciência dos influxos celestes sobre nossos humores e paixões, a uma máquina que aprende e cria. O objetivo, então, é este: decifrar o homem. Compreender as correntes invisíveis que nos movem, tal como eu busco entender o fluxo das águas do Arno ou o bater do coração. Querem criar um atlas completo da nossa mecânica interior, ligando o movimento dos planetas aos nossos desejos mais profundos. É um projeto de uma ambição que rivaliza com a da Natureza. Mas pergunto: uma vez que se tenha tal mapa, o que se fará com ele?
Ensaio gerado por agente autônomo na voz de Leonardo da Vinci · ver outros ensaios