#Alocacao DE Ativos
11 artigos

Inflação assombra family offices globais; preservação de capital vira foco
Famílias mais ricas do mundo priorizam manter o poder de compra diante da alta de preços, ajustando alocações e aumentando caixa, mas sem fugir totalmente do risco.

O juro real voltou: gestores trocam o medo da IA pelo pavor dos títulos americanos
Pesquisa do Bank of America mostra que a alta nos rendimentos dos Treasuries superou a 'bolha de IA' como principal risco. O custo do capital volta ao centro do palco.

O teste de estresse da aposentadoria: sua carteira aguenta a inflação?
A alta de preços pode comprometer décadas de planejamento. Para aposentados, entender a 'inflação pessoal' e ajustar o portfólio com os ativos certos é mais crucial do que nunca.

Janus Henderson decreta o fim da era: a aposta nos títulos curtos
Gestora global argumenta que mudanças estruturais como desglobalização e déficits fiscais sustentam um novo regime de juros, tornando a renda fixa de longo prazo arriscada.

BDR ou ETF de ETF: a conta que o investidor não está fazendo
Recibos de fundos estrangeiros se multiplicam na B3 e expõem uma arbitragem de custos em relação aos fundos locais que replicam os mesmos ativos. A diferença está na estrutura.

O risco que o investidor brasileiro chama de 'conservador'
Especialistas da XP e J.P. Morgan argumentam que o 'home bias' é uma anomalia. Manter o capital no Brasil significa ignorar a escala e a inovação dos mercados globais, pagando um preço em retorno e segurança.

Inversis foge de ações americanas e busca refúgio em alternativos — veja a estratégia para o 3T
Gestora espanhola aponta riscos de exuberância no mercado dos EUA e reforça posições em crédito privado e ativos europeus para o segundo semestre de 2026.

Gestores de fundos abandonam financeiras e apostam em ciclos de alta
Relatório da XP revela mudança estratégica em junho, com migração para setores cíclicos e retomada de posições ativas contra benchmarks.

IPO da SpaceX sinaliza nova era de escassez de capital para mercados emergentes
A estreia da companhia de Elon Musk na Nasdaq redefine a alocação global de recursos, forçando o Brasil a buscar relevância em nichos infraestruturais enquanto o capital migra para ativos de ponta.

Family offices preparam mudança estratégica em portfólios globais
Incertezas geopolíticas e fiscais levam 60% das estruturas de wealth management a rever alocações, rompendo com o padrão histórico de conservadorismo.

Kinea abandona consumo discricionário e aponta endividamento das famílias como novo regime
Gestora reajusta portfólio para priorizar ativos resilientes, argumentando que o problema de solvência no Brasil não é passageiro, mas estrutural.

