#Risco Fiscal
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UBS aponta dois ativos para proteger carteira antes da eleição
Banco suíço recomenda títulos indexados à inflação e diversificação internacional como pilares de proteção em cenário de incertezas fiscal e eleitoral.

A eleição passa, o fiscal fica: a aposta do HSBC contra o real
HSBC prevê volatilidade com a disputa eleitoral, mas alerta: o verdadeiro teste para a moeda brasileira será a agenda fiscal do próximo governo, o seu 'calcanhar de Aquiles'.

O recado da curva de juros: Brasília pesa mais que o Focus
Taxas dos títulos públicos disparam com nervosismo externo e ruído doméstico, ofuscando melhora marginal na inflação e a iminente queda da Selic.

BTG aposta na bifurcação fiscal: a carteira para ganhar (ou não perder)
Para setembro, banco monta portfólio que busca se beneficiar de um ajuste fiscal ou se proteger de sua falha, com trocas pontuais em saneamento e tecnologia.

O superávit que nasce sob risco de virar déficit
Proposta orçamentária para 2027 prevê resultado positivo de R$ 18,6 bi, mas meta depende de receitas otimistas e fontes voláteis, acendendo o alerta no mercado.

UBS alerta: a dívida Selic pode ser o gatilho da próxima crise cambial
Relatório do banco suíço aponta que a alta concentração de títulos pós-fixados na dívida pública facilita uma corrida por proteção cambial em caso de estresse fiscal.

Juros futuros cedem, mas a curva longa ainda preocupa
Dados de inflação melhores que o esperado e o retorno do capital estrangeiro trazem alívio para as taxas de curto e médio prazo. A ponta longa, no entanto, segue pressionada.

A conta de 2027: Morgan Stanley projeta o preço da inércia fiscal
Banco americano alerta que o mercado subestima o risco fiscal pós-eleições. Um plano fraco de ajuste pode disparar uma reação em cadeia de desconfiança, juros altos e desvalorização cambial.

Morgan Stanley: a conta fiscal que o mercado ainda não precificou
Relatório do banco americano diverge do consenso e alerta para um ciclo vicioso de prêmios de risco e baixo crescimento caso o próximo governo não apresente um plano crível.

A aposta no real começa a azedar: gestores globais batem em retirada
A combinação de juros altos e câmbio forte fez do Brasil a aposta do ano. Agora, a incerteza eleitoral e o fantasma fiscal levam gestores a reduzir a exposição ao país.

A Faria Lima precifica o risco: Ibovespa na sétima baixa seguida
Enquanto o cenário externo mostra sinais de estabilidade, o investidor foca no prêmio de risco doméstico. A incerteza fiscal, que transcende a eleição, já cobra seu preço.

Três recados em um dia: juro futuro sobe com inflação, Copom e 2026
Inflação acima do esperado, ata do Copom mais dura e primeira pesquisa para a presidência forçam investidores a reprecificar o risco na curva de juros.

O freio de mão fiscal na queda da Selic
Inflação persistente e, principalmente, a deterioração das contas públicas limitam o espaço do Banco Central para cortes agressivos nos juros, frustrando as apostas mais otimistas do mercado.

A ata do Copom: um corte com o pé no freio
Apesar da redução da Selic para 14%, o documento do Banco Central revela uma profunda divisão sobre os próximos passos, com o risco fiscal e a inflação de serviços no centro do impasse.

A conta chegou: dívida pública avança para R$ 9,3 tri com juros mais altos
Avanço em junho reflete não apenas a necessidade de financiamento, mas o custo crescente da rolagem em um cenário global adverso. A dependência de títulos atrelados à Selic aumenta o risco.

O raro consenso de Wall Street: por que o longo prazo virou veneno
De BlackRock a Goldman Sachs, a ordem é travar os altos rendimentos de hoje e evitar a incerteza fiscal e inflacionária dos títulos com vencimentos estendidos.

HSBC adota postura defensiva com Brasil — eleições elevam prêmio de risco
Banco global aponta incerteza fiscal como principal entrave para investidores estrangeiros enquanto sinaliza preferência por mercados andinos.

Citi abandona cortes da Selic e projeta juros em 14,25% — inflação desancorada trava política
Instituição financeira revisa cenário macroeconômico brasileiro e aponta deterioração das expectativas de preços como principal obstáculo para a flexibilização monetária.

Copom sinaliza cautela extrema e mercado projeta fim de cortes na Selic
A ata mais recente revela um Banco Central pressionado por riscos fiscais e inflação persistente, limitando o espaço para novos alívios monetários.

Juros futuros recuam enquanto mercado digere risco fiscal e geopolítico
A curva de DIs devolveu ganhos da véspera, mas a precificação da Selic terminal segue pressionada por incertezas externas e domésticas.

Morte de morcegos custa milhões aos EUA — e encarece dívida pública
Do aumento no uso de pesticidas à queda na arrecadação rural, o declínio das colônias de morcegos gera um efeito cascata que atinge desde fazendas até o mercado de títulos municipais.

