#Risco Fiscal
25 artigos

SPX Capital: Lula 4 ou Dilma 3? Rogério Xavier alerta para riscos fiscais
Gestor da gestora de R$ 50 bilhões questiona se o Brasil caminha para uma nova "Nova Matriz Econômica" diante de restrições orçamentárias e pressões políticas.

Gustavo Loyola: juros em dois dígitos até 2028 e o risco fiscal
Ex-presidente do Banco Central alerta para um círculo vicioso de dívida, prêmio de risco e juros altos se as contas públicas não forem equilibradas.

Bolsas da Europa recuam 1% com risco fiscal francês
Preocupações com o déficit na França e a alta do petróleo pressionam mercados europeus, que corrigem ganhos recentes.

Assessores da XP elevam otimismo com bolsa a maior nível desde março
Pesquisa aponta salto de 19 pontos na intenção de aumentar alocação em ações, enquanto projeção para Ibovespa sobe para 188 mil pontos.

UBS aponta dois ativos para proteger carteira antes da eleição
Banco suíço recomenda títulos indexados à inflação e diversificação internacional como pilares de proteção em cenário de incertezas fiscal e eleitoral.

A eleição passa, o fiscal fica: a aposta do HSBC contra o real
HSBC prevê volatilidade com a disputa eleitoral, mas alerta: o verdadeiro teste para a moeda brasileira será a agenda fiscal do próximo governo, o seu 'calcanhar de Aquiles'.

O recado da curva de juros: Brasília pesa mais que o Focus
Taxas dos títulos públicos disparam com nervosismo externo e ruído doméstico, ofuscando melhora marginal na inflação e a iminente queda da Selic.

BTG aposta na bifurcação fiscal: a carteira para ganhar (ou não perder)
Para setembro, banco monta portfólio que busca se beneficiar de um ajuste fiscal ou se proteger de sua falha, com trocas pontuais em saneamento e tecnologia.

O superávit que nasce sob risco de virar déficit
Proposta orçamentária para 2027 prevê resultado positivo de R$ 18,6 bi, mas meta depende de receitas otimistas e fontes voláteis, acendendo o alerta no mercado.

UBS alerta: a dívida Selic pode ser o gatilho da próxima crise cambial
Relatório do banco suíço aponta que a alta concentração de títulos pós-fixados na dívida pública facilita uma corrida por proteção cambial em caso de estresse fiscal.

Juros futuros cedem, mas a curva longa ainda preocupa
Dados de inflação melhores que o esperado e o retorno do capital estrangeiro trazem alívio para as taxas de curto e médio prazo. A ponta longa, no entanto, segue pressionada.

A conta de 2027: Morgan Stanley projeta o preço da inércia fiscal
Banco americano alerta que o mercado subestima o risco fiscal pós-eleições. Um plano fraco de ajuste pode disparar uma reação em cadeia de desconfiança, juros altos e desvalorização cambial.

Morgan Stanley: a conta fiscal que o mercado ainda não precificou
Relatório do banco americano diverge do consenso e alerta para um ciclo vicioso de prêmios de risco e baixo crescimento caso o próximo governo não apresente um plano crível.

A aposta no real começa a azedar: gestores globais batem em retirada
A combinação de juros altos e câmbio forte fez do Brasil a aposta do ano. Agora, a incerteza eleitoral e o fantasma fiscal levam gestores a reduzir a exposição ao país.

A Faria Lima precifica o risco: Ibovespa na sétima baixa seguida
Enquanto o cenário externo mostra sinais de estabilidade, o investidor foca no prêmio de risco doméstico. A incerteza fiscal, que transcende a eleição, já cobra seu preço.

Três recados em um dia: juro futuro sobe com inflação, Copom e 2026
Inflação acima do esperado, ata do Copom mais dura e primeira pesquisa para a presidência forçam investidores a reprecificar o risco na curva de juros.

O freio de mão fiscal na queda da Selic
Inflação persistente e, principalmente, a deterioração das contas públicas limitam o espaço do Banco Central para cortes agressivos nos juros, frustrando as apostas mais otimistas do mercado.

A ata do Copom: um corte com o pé no freio
Apesar da redução da Selic para 14%, o documento do Banco Central revela uma profunda divisão sobre os próximos passos, com o risco fiscal e a inflação de serviços no centro do impasse.

A conta chegou: dívida pública avança para R$ 9,3 tri com juros mais altos
Avanço em junho reflete não apenas a necessidade de financiamento, mas o custo crescente da rolagem em um cenário global adverso. A dependência de títulos atrelados à Selic aumenta o risco.

O raro consenso de Wall Street: por que o longo prazo virou veneno
De BlackRock a Goldman Sachs, a ordem é travar os altos rendimentos de hoje e evitar a incerteza fiscal e inflacionária dos títulos com vencimentos estendidos.

HSBC adota postura defensiva com Brasil — eleições elevam prêmio de risco
Banco global aponta incerteza fiscal como principal entrave para investidores estrangeiros enquanto sinaliza preferência por mercados andinos.

Citi abandona cortes da Selic e projeta juros em 14,25% — inflação desancorada trava política
Instituição financeira revisa cenário macroeconômico brasileiro e aponta deterioração das expectativas de preços como principal obstáculo para a flexibilização monetária.

Copom sinaliza cautela extrema e mercado projeta fim de cortes na Selic
A ata mais recente revela um Banco Central pressionado por riscos fiscais e inflação persistente, limitando o espaço para novos alívios monetários.

Juros futuros recuam enquanto mercado digere risco fiscal e geopolítico
A curva de DIs devolveu ganhos da véspera, mas a precificação da Selic terminal segue pressionada por incertezas externas e domésticas.

Morte de morcegos custa milhões aos EUA — e encarece dívida pública
Do aumento no uso de pesticidas à queda na arrecadação rural, o declínio das colônias de morcegos gera um efeito cascata que atinge desde fazendas até o mercado de títulos municipais.

