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O Tesouro americano paga 5%: quem vai financiar o risco agora?
Com os títulos do governo americano oferecendo retornos seguros e elevados, o capital de risco enfrenta uma nova realidade. A era do dinheiro farto e barato para a tecnologia chegou ao fim.

O analgésico do Tesouro para a dívida de US$ 40 trilhões
Tesouro americano amplia recompra de títulos para conter alta dos juros longos. Para bancos como JP Morgan e UBS, a medida é tática e não resolve o problema central: o déficit fiscal.

Mansueto aponta a conta de 2027: o pior ano desde a pandemia
Para o economista-chefe do BTG Pactual, juros elevados e descontrole fiscal podem levar o PIB a uma expansão de apenas 1%, mas o cenário estrutural é melhor que o da crise de 2015.

Tesouro americano tenta acalmar o mercado. Não convenceu
Em resposta à disparada dos juros, o Tesouro dos EUA amplia a recompra de títulos. Analistas, porém, veem a medida como um paliativo que ignora a crise fiscal de fundo.

O alerta da BrasilAgro: a bonança do agro acabou?
Juros altos no Brasil, demanda chinesa em marcha lenta e tensões globais criam um cenário desafiador para o setor, segundo o CEO da BrasilAgro, André Guillaumon.

Onze dias de queda, um de alívio: a trégua da B3 é para valer?
Após a pior sequência em anos, o principal índice da bolsa brasileira ensaia uma reação. A análise técnica, porém, sugere que o caminho para uma virada de tendência ainda é longo e incerto.

Tesouro americano dobra a aposta na liquidez de longo prazo
Ao aumentar a recompra de títulos, Washington sinaliza atenção à fluidez do mercado de dívida mais importante do mundo, com impacto no apetite por risco global.

A conta não fecha no Sudeste: score de crédito em queda acende alerta
Estudo da Serasa mostra retração na pontuação de crédito na região mais rica do país. O movimento é um sintoma da pressão de juros altos e inadimplência sobre o bolso do brasileiro.

A febre da IA esfria e o petróleo ferve: a tempestade nos mercados
Aversão ao risco global é alimentada pela correção em papéis de tecnologia e pela escalada geopolítica, pressionando ativos de risco antes de decisões de juros.

Magazine Luiza: a aposta que a Faria Lima não quer fazer agora
Em evento do Santander, gestores da AlphaKey e Absolute pregam cautela. O case do varejista vira símbolo de um mercado que prefere líderes de setor a promessas de recuperação em meio a juros altos.

ARX: O prefixado é vulnerável, mas o CDI não é a resposta
Com o petróleo em alta, gestor questiona a concentração em CDI e aponta para ativos de inflação como a melhor proteção assimétrica para a carteira de renda fixa.

Home Depot se vira com a reforma: a casa nova fica para depois
A gigante do varejo de construção supera expectativas com projetos pequenos, mas a estagnação do mercado imobiliário americano, travado por juros altos, mantém o otimismo sob controle.

O Irã sobe o tom, e o mercado paga a conta
O fim da trégua entre EUA e Irã eleva o preço do petróleo e os juros dos títulos americanos, reacendendo temores de inflação e pressionando os mercados.

Ataque Houthi joga petróleo a US$ 90: o risco geopolítico volta à mesa
Ataque a uma refinaria da Saudi Aramco eleva a cotação do Brent, adicionando uma camada de incerteza a um cenário global já pressionado por juros e inflação.

BTG: O problema dos juros não é o risco, é a taxa neutra
Estudo do banco mostra que o impulso fiscal não eleva os juros apenas pelo aumento do endividamento, mas por forçar uma taxa estrutural mais alta para a economia.

Bancos centrais em compasso de espera: o dia em que os dados falam mais alto
Indicadores de emprego, confiança e produção industrial nos EUA, Reino Unido e Zona do Euro ditam o humor dos mercados e o próximo passo dos juros.

O Tesouro IPCA+ 2026 morreu. E agora, investidor?
Vencimento de popular título público força investidores a recalibrar estratégias. A recomendação do BTG Pactual: diversificação é a nova proteção, não uma simples troca de papel.

Tesouro paga R$ 257 bi: a hora de travar o juro real?
Vencimento de títulos do Tesouro injeta R$ 257 bilhões no mercado. Com juros reais em patamares raros, investidores avaliam se é o momento de apostar em prazos mais longos.

O paradoxo de Wall Street: más notícias viram euforia
Futuros de tecnologia e do mercado amplo sobem com dados econômicos fracos, que reduzem a pressão por uma nova alta de juros pelo Fed. O mercado aposta no fim do aperto monetário.

Europa pisa no freio: balanços e macro não convencem
Índices fecharam em leve queda, refletindo um cabo de guerra entre resultados corporativos robustos em alguns setores e a cautela com o cenário macroeconômico global.

O mercado festeja a trégua da inflação. O Fed, nem tanto
Dados de preços abaixo do esperado animam investidores em Wall Street, mas membros do banco central americano mantêm a porta aberta para novas altas de juros.

A Faria Lima precifica o risco: Ibovespa na sétima baixa seguida
Enquanto o cenário externo mostra sinais de estabilidade, o investidor foca no prêmio de risco doméstico. A incerteza fiscal, que transcende a eleição, já cobra seu preço.

A trégua da inflação americana pode ser uma miragem
Dados de julho mostram uma desaceleração marginal, mas a inflação subjacente e a pressão em serviços mantêm o Federal Reserve em alerta máximo.

Inflação americana cede, mas o alívio é frágil
O índice de preços nos EUA recuou para 3,4% em julho, mas a pressão em energia e o núcleo resiliente mostram que a batalha do Fed está longe do fim.

CSN paga caro para ganhar tempo
A siderúrgica alonga o perfil de US$ 1 bilhão em dívida, mas o alívio no prazo vem com um custo financeiro significativamente maior: os juros saltaram de 6,75% para 11% ao ano.

O fim da festa: inflação esvazia bares e lojas nos EUA
Após anos de recuperação pós-pandemia, os setores de lazer e varejo nos EUA registram perdas de empregos por dois meses seguidos, um sinal de que a inflação está pesando no bolso do consumidor.

A ginástica fiscal de Durigan: culpar juros para defender gastos
Ministro da Fazenda tenta reorientar o debate sobre o endividamento, mas a separação entre juros e política fiscal é mais complexa do que a narrativa oficial sugere.

Janus Henderson decreta o fim da era: a aposta nos títulos curtos
Gestora global argumenta que mudanças estruturais como desglobalização e déficits fiscais sustentam um novo regime de juros, tornando a renda fixa de longo prazo arriscada.

Jamie Dimon banca o silêncio do Fed e irrita Wall Street
CEO do JPMorgan defende o fim do 'forward guidance' pelo novo chairman do BC americano, e diz que o mercado está 'chiando como porcos'.

Wall Street segura a respiração, de olho no Irã e no payroll
A aparente calmaria nos futuros de Nova York esconde uma forte tensão: o mercado tenta decifrar se o alívio geopolítico com Teerã será ofuscado por dados de emprego que podem redefinir a trajetória dos juros.

Copom: o corte é consenso; o futuro, nem tanto
Mercado espera corte de 0,25 p.p. na Selic, mas projeções para o fim do ciclo de afrouxamento monetário mostram profunda divergência.

Armor Capital: o pavio da crise fiscal brasileira está lá fora
Juros altos no exterior e gastos crescentes no Brasil criam uma combinação perigosa, alerta economista da gestora. Ajustes impopulares serão inevitáveis, mas não devem vir antes das eleições.

O Banco do Japão pisca: a inflação falou mais alto
Após décadas de política monetária ultra-expansiva, o BoJ admite que o risco inflacionário é real. A desvalorização do iene força uma mudança de rota histórica.

Fed segura os juros, mas a paz interna acabou
Decisão de manter a taxa de juros nos EUA não foi unânime. A dissidência de três membros do comitê sinaliza um caminho mais árduo para o controle da inflação e futuros cortes.

A conta chegou: dívida pública avança para R$ 9,3 tri com juros mais altos
Avanço em junho reflete não apenas a necessidade de financiamento, mas o custo crescente da rolagem em um cenário global adverso. A dependência de títulos atrelados à Selic aumenta o risco.

Na Oaktree, o ‘high yield’ virou o novo porto seguro
A gestora de Howard Marks busca retornos de até 9% em dólar em papéis de alto risco, mas com vencimento curto, para fugir da incerteza sobre a trajetória dos juros globais.

O recado da Fazenda: a recessão é política, não econômica
Em meio a projeções pessimistas para 2027, o Ministério da Fazenda minimiza o risco e atribui o debate ao calendário eleitoral. O mercado, no entanto, segue de olho nos juros e no nó fiscal.

O futuro chegou: pessimismo do consumidor contamina o presente
Pela primeira vez em meses, a percepção sobre a situação atual, e não as expectativas futuras, puxa o índice da FGV para baixo. Endividamento e juros altos são os vilões.

Focus e Confiança: o cabo de guerra da economia
Enquanto o mercado ajusta projeções, o consumidor segue cauteloso. A semana começa com dois indicadores que medem a temperatura da economia por ângulos opostos.

O Estreito de Ormuz cobra seu preço: petróleo volta a US$ 100
Ataques no Mar Vermelho elevam o barril do tipo Brent e acendem o alerta para a inflação global. Nos EUA, o mercado já precifica uma nova alta de juros pelo Fed.

BCE pisa no freio, mas o mercado já precifica a alta de setembro
Banco Central Europeu mantém juros, mas sinalizações de Christine Lagarde e a pressão do petróleo indicam que o aperto monetário foi apenas adiado.

A conta do QE chegou: BCE estuda dobrar compulsório
Para reduzir suas próprias perdas, Banco Central Europeu avalia aumentar a reserva não remunerada dos bancos, um efeito colateral da era do juro zero.

BCE pisa no freio, mas a conta da energia ainda não chegou
O Banco Central Europeu manteve os juros, mas sinaliza que o repasse total do choque energético aos preços ainda está em curso. A calmaria pode ser temporária.

O raro consenso de Wall Street: por que o longo prazo virou veneno
De BlackRock a Goldman Sachs, a ordem é travar os altos rendimentos de hoje e evitar a incerteza fiscal e inflacionária dos títulos com vencimentos estendidos.

O Fed ganhou um respiro, mas a guerra não acabou
Dados de inflação mais fracos nos EUA aliviam a pressão por juros mais altos, mas o banco central americano mantém o tom duro. A volatilidade do petróleo adiciona uma camada de incerteza.

JPMorgan nada em lucro, mas Dimon já vê a tempestade
O maior banco dos EUA reporta lucro de US$ 21 bilhões, impulsionado por juros altos. Ainda assim, o CEO Jamie Dimon adota um tom de cautela sobre os riscos geopolíticos e macroeconômicos globais.

Ata do Fed e crise no Oriente Médio travam Wall Street — investidores avaliam novos riscos
O mercado financeiro oscila entre o medo de uma nova escalada inflacionária nos EUA e as incertezas geopolíticas no Estreito de Ormuz.

Ata do Fed sinaliza juros altos por mais tempo — e mercado global entra em alerta
Documento revela que dirigentes do banco central americano mantêm a porta aberta para novas altas, priorizando o controle da inflação sobre a flexibilização monetária.

Tesouro Nacional sinaliza intervenção e mercado monitora leilão de NTN-B
Com emissões de títulos atrelados ao IPCA em mínima anual, governo avalia medidas para conter a volatilidade nos juros futuros.

Payroll abaixo do esperado alivia pressão sobre o Fed — e mercado respira
Dados de emprego nos EUA indicam desaceleração no ritmo de contratações, reduzindo temores de uma política monetária mais agressiva pelo Federal Reserve ainda este ano.

Payroll abaixo do esperado sinaliza desaceleração gradual na economia americana
Criação de 57 mil vagas em junho acende alerta, mas resiliência salarial mantém o Federal Reserve em compasso de espera sobre os juros.

FGTS no consignado CLT promete juros de 1,99% e acirra disputa bancária
Nova regra permite o uso de saldo do Fundo de Garantia como garantia para empréstimos, barateando o crédito para trabalhadores do setor privado.

Bitcoin salta acima de US$ 61 mil com sinais de desaceleração no mercado de trabalho americano
O recuo no relatório ADP de empregos reforça a tese de corte de juros pelo Fed, impulsionando ativos de risco e devolvendo fôlego ao mercado cripto após período de pressão.

Simpar freia aquisições e prioriza eficiência operacional — CEO aponta cenário de juros
Conglomerado encerra ciclo de expansão acelerada para focar na rentabilidade dos ativos atuais em um ambiente de custo de capital elevado.

Fed pode elevar juros em 2026 — e o impacto para o Brasil preocupa
A postura rígida do Federal Reserve no combate à inflação global coloca pressão adicional sobre o real e limita o espaço de manobra do Banco Central brasileiro.

XP reduz alvo do Ibovespa para 200 mil pontos — mas mantém otimismo
A casa de análise ajustou sua expectativa para o índice em 2026, citando a alta dos juros longos, mas aposta em uma rotação global de capital favorável ao mercado brasileiro.

Mercado monitora ADP enquanto aguarda payroll e definição de juros nos EUA
Relatório de emprego privado serve como termômetro crítico para investidores anteciparem a trajetória da política monetária do Federal Reserve.

Mercado de trabalho esfria e taxas de DIs recuam com aposta em corte de juros
Dados de emprego abaixo do esperado pelo mercado alimentam expectativas de afrouxamento monetário pelo Copom, apesar do cenário fiscal desafiador.

Citi retoma cobertura da Cosan — o desafio do alto risco e a dependência dos juros
Instituição financeira classifica a holding como alto risco e aponta que a desalavancagem ainda exige melhora operacional e corte nas taxas de juros no Brasil.

Neel Kashkari sinaliza alta de juros e aponta IA como motor inflacionário
Presidente do Fed de Minneapolis alerta que expansão da inteligência artificial pressiona preços no curto prazo e adia expectativa de estabilidade monetária.

