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§ 02 Recentes
Últimas chegadasGoldman Sachs vê WEG (WEGE3) abaixo do consenso no 3º tri
Dívida estudantil nos EUA: D.C. lidera com US$ 55 mil, interior tem menos
Vale (VALE3) tem vantagem de frete recorde e JPMorgan vê compra
EUA lideram dívida pública per capita; Japão e Itália seguem
OCDE alerta: juros altos de títulos soberanos pressionam cofres públicos
Suíça exige 90% de capital CET1 do UBS para filiais estrangeiras
A troca de mãos no Cidade Jardim: JHSF compra fatia do XP Malls
O pacto foi quebrado: a conta da Previdência chegou para os mais jovens
Japão sobe juros, e o iene desaba. O que deu errado?
§ 03 Picks da redação
- 01Finanças · Brazil Valley
O peso do Estado no bolso: o ranking do salário que sobra no fim do mês
Novo estudo com dados da OCDE mostra que a diferença do salário líquido entre países desenvolvidos pode chegar a 13 vezes. A Suíça lidera; a Colômbia, na outra ponta, expõe o abismo tributário.
- 02Finanças · Brazil Valley
A apólice como um app: a seguradora que aposta no 'faça você mesmo'
Movimento da Nationale-Nederlanden na Espanha reflete a pressão das insurtechs: produtos flexíveis, contratação digital e serviços agregados para além da cobertura tradicional.
- 03Finanças · Brazil Valley
A nova vacina da Fazenda: um leilão para dívidas que o mercado já esqueceu
Governo estuda programa para adquirir carteiras de crédito antigas com alto deságio, limpando o nome de milhões de brasileiros. A medida seria uma nova fase no combate ao superendividamento.
- 04Finanças · Brazil Valley
Aposentadoria? O brasileiro sonha, mas aposta em outro lugar
Pesquisa da Fenaprevi expõe o abismo entre o desejo de se aposentar cedo e a falta de planejamento. O desafio do setor: comunicar valor em um cenário onde até as bets competem pelo orçamento familiar.
- 05Finanças · Brazil Valley
Santander cria 'espião' para ver a carteira do concorrente
Na Espanha, banco lança serviço que agrega posições de clientes em outras instituições. A meta: se tornar o centro da vida financeira dos mais ricos, mesmo sem gerir todos os seus ativos.
§ 05 Por tópico
Em destaque na editoria
Indexa dobra lucro a €1,94 mi com alta de 109% em 2026
Robô-consultor espanhol aposta em fluxo de caixa para superar benchmark e mira €30 mi em receita recorrente até 2030.
BTG vê correção no mini índice: um freio de arrumação antes do rali?
Money TimesIbovespa pega carona em Wall Street, mas com um olho em Brasília
Money Times — MercadosO novo mantra do SocGen: mais IA, menos gente
Forbes España

Educação na berlinda: Safra separa o joio do trigo
Banco rebaixa Ânima por alavancagem elevada, mas mantém otimismo com Cogna, Yduqs e Vitru. O recado: balanço sólido virou o principal ativo no setor.

Bolsas de NY oscilam com Oriente Médio e juros do Fed
Índices americanos fecham sem direção única em dia de volatilidade, com investidores atentos a tensões geopolíticas e sinais de aperto monetário.

BlackRock sobe o tom na Cellnex: a aposta de €1,1 bilhão em torres
A maior gestora do mundo eleva sua participação na gigante espanhola de infraestrutura de telecom, atingindo a maior posição desde 2017 e sinalizando confiança no setor.

O mercado ajusta a rota: menos juro, mais inflação no radar
Relatório Focus revela que economistas esperam Selic mais baixa em 2026, mas com uma leve alta na projeção de inflação. O sinal de um dilema para o Banco Central.

Prio (PRIO3) testa suporte em R$ 59,50 com volatilidade do petróleo
Ações da petroleira brasileira sofrem com perda de impulso técnico no curto prazo, mas fundamentos ligados ao preço do barril ainda oferecem suporte.
§ 06 Mais matérias
12 de 77
JP Morgan amplia aposta na espanhola OHLA. O que o banco enxerga?
O banco americano elevou sua participação na construtora para 11,6%, um movimento que sinaliza confiança em meio a novos projetos de infraestrutura na América Latina.

Unicaja recebe um voto de confiança da Moody's
Agência de rating eleva perspectiva do banco espanhol de 'estável' para 'positiva', citando melhora no perfil de risco e na rentabilidade recorrente.

Axia Energia simplifica o capital e destrava R$ 2,3 bi
Empresa conclui etapa de conversão de ações preferenciais, limpando sua base acionária e remunerando investidores com a liquidação de papéis.

O mau humor com IA em NY contagia a Ásia
Correção em papéis de tecnologia nos EUA e dados ambíguos da China provocam aversão ao risco nos mercados asiáticos, expondo a fragilidade do otimismo recente.

Tesouro americano rompe os 5%: o custo do dinheiro acaba de subir
O rendimento da dívida americana de 10 anos superou uma barreira psicológica, redefinindo o custo do capital global e colocando pressão sobre mercados emergentes.

A aposta de Michael Burry: um Bordeaux contra o colapso do dólar
O investidor de 'A Grande Aposta' vê vinhos de luxo como um ativo real para proteger portfólios da desvalorização do dólar e de um futuro distópico moldado pela IA.

A conta da desordem global chegou aos títulos
Juros do Tesouro americano perto de 5% refletem um novo regime de risco, com inflação persistente e tensões geopolíticas precificadas no custo do dinheiro.

O guardião do euro aperta o cinto: mais juros à vista na Europa
Presidente do Bundesbank sinaliza que o BCE pode precisar entrar em 'território restritivo', mesmo que isso custe o crescimento. A batalha contra a inflação segue como prioridade máxima.

O Ibovespa importa o Brasil que foi para Nova York
A partir de 2027, BDRs de empresas brasileiras listadas no exterior poderão compor o índice. A medida moderniza a bolsa, mas impõe um teto de 10% para o ajuste.

O presente de £24 bilhões do Banco da Inglaterra aos bancos
Enquanto a Europa debate impostos sobre lucros extraordinários, uma política do banco central britânico que transfere £24 bilhões por ano a bancos comerciais entra na mira.

O juro real curto morreu: a tese do ASA para buscar risco
Com juros reais nos EUA apertados, o chefe de investimentos do ASA defende que a saída é buscar prêmio de risco em ativos reais e títulos mais longos.

Azvalor: a gestora de 'value' que superou os bancões na Espanha
A gestora independente Azvalor liderou a rentabilidade em agosto, mas o mercado espanhol segue dominado pelos grandes bancos, que concentram o volume de captações.











