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Últimas chegadasReguladores europeus fecham o cerco a 36 firmas financeiras
O dilema da Vale: dois motores e um freio de mão puxado
A cadeira vazia da União Química: um teste para os FIIs de lajes
Axia, a máquina de dividendos que o BBA enxergou (e o mercado não)
A aposta da K3: R$ 3 bi para provar que a vida é melhor fora do bancão
Santander busca no UBS a peça para seu xadrez no Brasil
Santander contrata o CEO do UBS, mas a posse é só em 2027
TRX dobra a aposta no tijolo com oferta de R$ 10 bilhões
Wall Street segura a respiração, de olho no Irã e no payroll
§ 03 Picks da redação
- 01Finanças · Brazil Valley
A arte como colateral: a nova aposta de uma veterana do setor
Empréstimos lastreados em obras de arte deixam de ser um recurso de emergência para se consolidar como ferramenta de gestão de patrimônio, atraindo novos players e capital.
- 02Finanças · Brazil Valley
O alívio geopolítico e o teste de realidade da Faria Lima
A trégua entre EUA e Irã derruba o preço do petróleo, mas a agenda doméstica, com balanços de teles e dados fiscais, mantém o mercado sob tensão.
- 03Finanças · Brazil Valley
A caça ao CDI de 112%: o risco por trás da oferta
Com a Selic em baixa, bancos médios ainda acenam com taxas altas para captar. Mas o mercado, mais calejado, aprendeu a olhar além da garantia do FGC.
- 04Finanças · Brazil Valley
O raro consenso de Wall Street: por que o longo prazo virou veneno
De BlackRock a Goldman Sachs, a ordem é travar os altos rendimentos de hoje e evitar a incerteza fiscal e inflacionária dos títulos com vencimentos estendidos.
- 05Finanças · Brazil Valley
Dimon redesenha o JPMorgan para sua sucessão. E agora?
Com a saída de uma favorita e a ascensão de dois co-presidentes, o CEO mais longevo de Wall Street sinaliza o fim de jogo, mas mantém o cronograma em aberto.
§ 05 Por tópico
Em destaque na editoria
Dahlia pisa no freio: a volatilidade eleitoral na B3 mal começou
A gestora Dahlia Capital avalia que o voto por rejeição torna o cenário imprevisível, justificando uma alocação abaixo da média em ações brasileiras e mais cautela nas próximas semanas.

A aposta na infraestrutura da saúde: o ETF que mira a MedTech
Com valuations ainda deprimidos e fundamentos em recuperação, o setor de equipamentos médicos se torna uma tese de investimento. O ETF IHI surge como um veículo para essa aposta.

A nova aposta do crédito privado: IA na veia, juros como motor
Para a gestora Blue Owl, a tecnologia não é ameaça, mas um filtro de bons pagadores. Cenário macro nos EUA completa a tese de investimento em empréstimos diretos.

Bancos espanhóis lucram alto: e se a festa acabar?
Consultoria alerta que lucros recordes devem ser usados para construir defesas competitivas, não para complacência. Um aviso que ecoa no Brasil.

Deutsche Bank dobra a aposta nos acionistas
Após anos de reestruturação, o maior banco da Alemanha supera expectativas e anuncia nova recompra de ações. O mercado vê um sinal de robustez, mas o caminho da recuperação ainda é longo.

A ata do Copom: um corte com o pé no freio
Apesar da redução da Selic para 14%, o documento do Banco Central revela uma profunda divisão sobre os próximos passos, com o risco fiscal e a inflação de serviços no centro do impasse.
§ 06 Mais matérias
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A B3 prende a respiração: Copom e dados globais ditam o rumo
O mercado brasileiro aguarda a decisão sobre a Selic, enquanto indicadores de atividade da Europa aos EUA testam o otimismo dos investidores.

O relógio suíço do Itaú: mercado espera balanço sem surpresas
Projeções apontam para mais um trimestre de crescimento no lucro do maior banco privado do país, mesmo com juros altos e economia fraca.

Banca March e Clearlake miram o middle-market europeu com €75 milhões
Em parceria com a gestora Clearlake, banco espanhol lança veículo para financiar empresas de médio porte em setores resilientes, como tecnologia e saúde.

BDR ou ETF de ETF: a conta que o investidor não está fazendo
Recibos de fundos estrangeiros se multiplicam na B3 e expõem uma arbitragem de custos em relação aos fundos locais que replicam os mesmos ativos. A diferença está na estrutura.

Caixa não é covardia, é estratégia
Em mercados voláteis, ter uma reserva líquida e diversificada não é fugir do risco, mas sim se preparar para a oportunidade. A questão é: onde alocar?

BRB e GDF negam o óbvio: a crise de liquidez e o Tesouro
Governo do DF e Banco de Brasília negam uso de recursos públicos para sustentar a instituição, mas crise ligada ao Banco Master levanta dúvidas sobre a saúde financeira do banco.

Como o câmbio turbinou o S&P 500 para o investidor brasileiro
Um ETF local que replica o índice americano, mas com exposição cambial, superou o benchmark em dólar na última década. O que isso diz sobre investir no exterior a partir do Brasil?

Espanha põe uma técnica do Tesouro para gerir a herança da crise
Carla Díaz Álvarez de Toledo, com perfil técnico e trânsito em Bruxelas, assume o fundo que ainda administra os ativos tóxicos da reestruturação bancária espanhola.

Kalshi e o futuro que nunca acaba
Fintech de mercados de previsão quer lançar derivativos de metais sem data de vencimento, comprando uma briga regulatória com a gigante CME.

A aposta americana do Santander ganha fôlego na Europa
O Banco Central Europeu aprova a aquisição da Webster Financial, um passo crucial na ambiciosa expansão do banco espanhol no competitivo mercado dos EUA.

O tombo dos chips: gestora aposta em ajuste, não em crise
Após um rali expressivo, o setor de semicondutores enfrenta forte correção. Para a gestora Ashmore, o movimento é técnico, impulsionado por especulação e alavancagem, não por uma crise nos fundamentos.

O paradoxo do dólar: guerra no radar, calmaria no câmbio
Apesar da escalada militar entre EUA e Irã, a moeda americana mostra estabilidade. Sinais diplomáticos, ainda que tênues, parecem pesar mais para os investidores no momento.











