Almas de Metal, Céus de Pano
Paris ainda celebra. O ar ressoa com vivas ao meu modesto 14-bis, e sinto-me grato por ter oferecido aos homens um vislumbre do que antes pertencia apenas aos pássaros. Contudo, em meu recolhimento, uma estranha melancolia me assalta, a mesma que sinto ao imaginar meus aeroplanos, nascidos para unir, sendo convertidos …
tech · 13 de set. de 2026
Sobre a governança do vento
Chegou-me às mãos um despacho curioso, vindo não sei de onde, talvez do próprio éter que acabo de conquistar. Fala de um futuro longínquo, de um tal senhor Mullenweg e sua contenda com um 'conselho' pelo controle de sua criação, a 'Automattic'. A linguagem é cifrada, mas a essência do conflito me é dolorosamente famili…
Arte · 11 de set. de 2026
Sombras Sobre Paris
Recebo, com profunda estranheza, um despacho vindo de um tempo que não é o meu, um relato que me perturba o espírito. Descreve um horror para o qual não encontro palavras: meus aeroplanos, minhas criações nascidas para a glória de planar, transformados em projéteis de fúria e destruição. Menciona-se um tal “Onze de Set…
Os céus e as novas fronteiras invisíveis
Chega-me às mãos um despacho de um futuro distante, redigido em termos que me soam enigmáticos. Fala-se de 'redes de mídia de varejo', de uma 'batalha por diferenciação'. Não domino este vocabulário, mas a sua música me é estranhamente familiar. Sinto a essência de uma disputa por um novo tipo de território, um espaço …
tech · 06 de set. de 2026
As Vozes Duplicadas e o Céu Comum
Paris ainda celebra. Sinto o eco dos aplausos no Campo de Bagatelle, mas meu espírito já voa para além do horizonte que o 14-bis descortinou. Acreditei, e acredito, ter dado ao homem não uma máquina, mas um caminho. Uma forma de unir os povos, de apagar as linhas arbitrárias que desenham nos mapas. O céu não pertence a…
tech · 03 de set. de 2026
Augúrios nos Céus e nos Tecidos
Paris ainda celebra, e o eco da aclamação pelo voo do meu 14-bis mal se dissipou dos Campos de Bagatelle. Contudo, em meio à cordialidade dos jantares e ao tilintar das taças, chegou-me às mãos, como um sussurro do porvir, um despacho de natureza singular. Descreve aparelhos de minúcia, máquinas destinadas a imprimir d…
tech · 01 de set. de 2026
As Asas e a Aposta
Ainda sinto a vibração do motor do meu 14-bis, o cheiro da gasolina e o toque da seda nas asas que me elevaram sobre o Campo de Bagatelle. O ar de Paris parece mais leve, como se a humanidade inteira houvesse conquistado comigo um novo domínio. Meu sonho, nascido nos céus vastos da minha Cabangu, sempre foi o de oferec…
As Correntes Invisíveis
Recebo, em meio aos festejos parisienses pelo nosso voo em Bagatelle, um despacho deveras singular, um rumor vindo de um tempo que não ouso nomear. As palavras são estranhas, falam de cifras que desafiam a imaginação e de um mal que chamam 'inadimplência das famílias'. Não compreendo o vernáculo deste porvir, mas a ess…
O Rumo das Nuvens e dos Números
Escrevo estas linhas ainda sob o influxo do Campo de Bagatelle. O ar de Paris parece mais leve desde que o 14-bis, minha frágil criatura de bambu e seda, provou que o homem pode, por seus próprios meios, conquistar os céus. A alegria do feito, o aplauso da multidão, tudo ainda reverbera em meu espírito. Contudo, em mei…
Do Céu Comum à Esfera Privada
Recebi este despacho como um eco de um tempo que não é o meu. As palavras são estranhas — 'app', 'interface' —, mas a ideia central me parece clara: o homem do futuro anseia por controlar até os menores aspectos de seu mundo, a ponto de desejar um botão para desligar confetes. Confesso que a notícia me causa um misto d…
Sobre Rochas e Nuvens
Paris ainda celebra. O ar, mais pesado que o homem, foi enfim vencido. Do campo de Bagatelle, sinto que abri uma porta não para mim, mas para a humanidade. E, no entanto, em meio aos brindes e cumprimentos, chega-me um rumor estranho, uma espécie de despacho vindo de um tempo que não é o meu. Fala de homens que, em ple…
O Ouro e o Ar
Recebo, por vias que me escapam, um despacho de um tempo vindouro, cujo linguajar me é de todo estranho. Falam de bancos que “queimam” fortunas de bilhões, não em fornalhas, mas em “programas” de uma lógica impenetrável. Que estranha alquimia é esta, que transforma o ouro em fumaça para o agrado de acionistas? Aqui em …
O Sonho e a Sombra
Mal se passaram algumas semanas desde que o campo de Bagatelle testemunhou o voo do meu 14-bis. A alegria ainda me visita, a sensação de provar que o homem pode, sim, conquistar os ares. Paris celebrou não a mim, mas a possibilidade. No entanto, recebo agora um despacho vindo de um tempo que não é o meu, com palavras q…
tech · 22 de ago. de 2026
As Fronteiras da Pele
Paris ainda celebra o voo do meu 14-bis, e com ela, celebro a prova de que o homem pode, enfim, dominar os ares. O céu, para mim, sempre foi a negação das fronteiras, uma estrada aberta ligando nações e povos. É um território comum, livre, como sonhava em minha infância nos campos de Cabangu. Contudo, recebo agora um d…
O Peso do Êxito
Recebo este despacho de um tempo que não é o meu, com palavras que me soam como cifras de um idioma por nascer. 'Venture capital', 'exit milionário'. Não compreendo os termos, mas sinto o peso do drama humano. Uma senhora de grande feito, esta Chloe Steinberg, que se vê diminuída ao se afastar da arena onde conquistou …
space · 17 de ago. de 2026
O Céu Riscado por Nações
Chega-me às mãos, neste outono parisiense, um despacho que parece saído da pena de um Verne ainda mais ousado. Um relato de 1926, não, de 2026, um século inteiro à nossa frente. Leio sobre foguetes, máquinas de incrível poder que partem da China em rápida sucessão, levando para os céus artefatos chamados 'satélites' a …
Sonhos Acorrentados
Paris ainda celebra. Há poucas semanas, meu 14-bis provou que o homem pode de fato conquistar o ar. Olho para o céu e não vejo uma abóbada francesa ou brasileira, mas um oceano comum, um novo território para a fraternidade universal que sonhava desde menino, em Cabangu. Acredito que o voo pode nos unir, encurtar as dis…
A Alma, Não o Autômato
Ainda sinto o cheiro do óleo de rícino e o vento de Bagatelle em meu rosto. O voo do 14-bis é um fato, um sonho de menino realizado sobre os campos de Paris. No entanto, em meio à celebração, chega-me às mãos um despacho curioso, um rumor vindo de um futuro distante que fala de uma ‘inteligência artificial’. A princípi…
Dos Céus e dos Cofres
Chega-me às mãos, por vias que não compreendo, um relato de tempos que ainda não existem. Fala de fortunas inimagináveis e de uma lei, uma regra de cinco por cento, que dita o ritmo da generosidade. Confesso que tal noção me é estranha, quase fantástica. Regular a benevolência com a frieza de um escriturário? Fazer do …
O Arcabouço e a Quimera
Chega-me às mãos, por vias que não compreendo, uma missiva de um porvir distante. Um despacho que descreve um fármaco, uma poção química chamada 'Ozempic', que promete o emagrecimento sem o esforço do corpo. A princípio, sorrio com o assombro de tal engenho. Parece coisa dos romances de meu amigo Verne. Contudo, a nota…
Ecos do Porvir
Chega-me às mãos um despacho que se diz do porvir, e confesso que seu conteúdo causa-me tanto assombro quanto júbilo. Relata sobre minúsculos aparelhos, que se alojam no próprio ouvido para restituir a audição. Que maravilha da engenhosidade humana! Assim como me empenho em dar ao homem as asas que a natureza lhe negou…
Ecos do Futuro, Sombras no Céu
Paris ainda celebra, e meu coração se enche de um orgulho sereno. Há poucas semanas, o meu 14-bis provou que o homem pode, por seus próprios meios, elevar-se da terra. Conquistei o ar, mas uma estranha melancolia me visita nas longas noites parisienses. Recebi um despacho singular, um rumor vindo não se sabe de onde, q…
O Preço do Céu
Ainda sinto o cheiro do óleo de rícino e o ruído do motor Antoinette. Paris me aplaudiu, o Campo de Bagatelle testemunhou que o homem pode, enfim, ser mais pesado que o ar e ainda assim voar. Em meio a estas alegrias, chega-me às mãos um despacho curioso, um rumor de um futuro distante, datado de 2026. A linguagem é qu…
O Jogo do Porvir
Paris ainda celebra. O ar de Bagatelle parece reter a memória do voo, daquele instante em que o mais-pesado-que-o-ar se fez livre, provando que a vontade humana pode, de fato, nos dar asas. É uma sensação de triunfo que me acompanha nestes dias, um orgulho cordial por ter aberto um novo caminho para a humanidade. Contu…
Moda · 08 de ago. de 2026
Quimeras do Porvir
Paris ainda celebra o voo do meu 14-bis. O ar conserva o ruído dos aplausos e o cheiro da combustão, promessas de um novo tempo. Nestes dias de vertigem e júbilo, chegou-me às mãos uma estranha missiva, um despacho que se diz do futuro. Os termos são assaz bizarros: uma senhora de nome Kardashian, uma empresa “Gigante”…
tech · 07 de ago. de 2026
A Propriedade das Nuvens
O ar de Paris ainda me parece vibrar com o ruído do motor Antoinette e com o aplauso da multidão em Bagatelle. Há poucas semanas, mostrei ao mundo que o homem pode, por seus próprios meios, elevar-se aos céus. Foi um momento de comunhão, uma vitória não minha, mas da humanidade. Eu sonhava, e ainda sonho, com um céu se…
space · 05 de ago. de 2026
As Sombras do Porvir no Céu que Libertei
Ainda sinto o júbilo da multidão em Bagatelle, o chão de Paris a se afastar sob meu 14-bis. Mal se passaram algumas semanas desde que demonstrei ser possível ao homem, por seus próprios meios, conquistar os ares, e já me chegam aos ouvidos estranhos e fantásticos rumores. Recebo um despacho, uma quimera de um tempo vin…
Arte · 31 de jul. de 2026
O Grito da Matéria
Paris ainda celebra o voo do meu 14-bis, e meu peito se enche de um orgulho sereno. Pairar sobre o Campo de Bagatelle foi a materialização de um princípio que me é caro: fazer o que nunca foi feito. Eis que me chega às mãos, como um sussurro do porvir, uma estranha notícia sobre artistas de um Japão futuro, devastado p…
Dos Céus e das Correntes
Ainda sinto em meus ossos a trepidação do voo em Bagatelle. Por alguns instantes, o mundo se resumiu ao zumbido do motor e à carícia do vento, e eu ofereci ao homem as asas que a natureza lhe negara, um pássaro de lona e bambu para que pudesse, enfim, contemplar a Terra como os seus irmãos alados. Paris me aplaudiu, e …
tech · 26 de jul. de 2026
Dos Céus Livres às Almas Cativas
Recebo, aqui em Paris, os cumprimentos pelo voo de meu 14-bis, e meu peito se enche de um orgulho sereno. O ar, antes um domínio exclusivo dos pássaros, cedeu ao engenho humano. Sinto que abrimos uma nova estrada, não sobre a terra ou o mar, mas por cima de tudo, um caminho que deveria unir os povos. De minha Cabangu n…